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REVIEW – Arrow – 3×01: The Calm

O retorno.

thecalm

Depois de 261 longos dias, estou de volta ao universo das reviews de Arrow. Para aqueles que me acompanhavam no Série Maníacos, este é o novo espaço onde discutiremos e nos divertiremos ao longo desta nova temporada crocante. Demorei, mas a espera será recompensada.

Falando em espera, se passaram cinco meses em Starling City desde o season finale e, neste tempo, muita coisa aconteceu (ou não). O que sabemos é que a criminalidade diminuiu por causa do Arqueiro e do Team Arrow, com direito a discussões políticas no Channel 52, e nosso herói continua flechando bundas e detonando os criminosos.

Nestes cinco meses o time não mudou de QG, ao contrário do esperado e anunciado desde a temporada passada, o Verdant está às moscas, Ollive está morando na Arrow Caverna e ele e Felicity estão mais próximos do que nunca. Ainda temos Roy integrando o time com seu uniforme ridículo vermelho de couro, Laurel interagindo com o time e Diggle enfrentando os desafios da paternidade. Interessante observar que a vida, apesar dos dois atentados terroristas, continuou e nossos personagens continuam tentando vencer seus medos, limitações e desafios. É a vida, é bonita e é bonyta. É neste clima de mundo novo, vida nova, que acompanhamos a calmaria desse episódio. Foi calmaria positiva e interessante por vermos os personagens numa situação não tão extrema e curtindo a vida com tudo o que ela tem de melhor para oferecer, afinal nem só de sofrimento viverá Oliver Queen e sua trupe. É a prova de que precisamos de amor, séquisso e flechas, meus caros.

‘The Calm’ apresentou o contexto para que o trem volte aos trilhos. Sabe o clichê “depois da tempestade vem a calmaria”? Aqui acontece, mas tem tempestade de novo. A trama principal do episódio mostrou uma gangue de contrabandistas liderada por Vincent Steelgrave, preso pelo Arqueiro e Laurel para introduzir o novo Vertigo, Werner Zytle. Como todo começo precisa ser marcante, nada melhor do que uma referência marotinha. Nos quadrinhos, Vincent Steelgrave é o Professor Steelgraves, um dos vilões bobinhos do Arqueiro Verde e da Canário Negro. Ele apareceu na Actions Comics #441, datada de Novembro de 1974, na história “The Mystery of the Wandering Dog” escrita por Elliot S. Maggin e desenhada por Mike Grell, clássico desenhista do Green Arrow. Nessa trama Steelgraves é lider de uma quadrilha especializada em tecnologia avançada e possui um raio de envelhecimento. Aqui em Arrow o personagem é quase idêntico aos quadrinhos. Quem quiser ler essa historinha é só clicar aqui (em inglês).

Werner, que usou cogumelos para desenvolver sua nova droga, chegou para causar, explorar os medos de seus inimigos e deixar o caminho livre para seus planos. O personagem é forte, bem representado nos quadrinhos, mas aqui em Arrow foi fraco, mal utilizado e até caricato demais. Não sei se gostaria de vê-lo novamente, tirando a possibilidade dele estar envolvido numa trama mais complexa e duradoura. Não podemos fechar nossos corações para as possibilidades desse mundo fálico e cheio de surpresas, principalmente quando os quadrinhos podem ditar um caminho interessante.

O Werner Zytle do mundo da nona arte marcou presença nas histórias do Arqueiro Verde dos Novos 52. Por lá, Zytle é o governante de um país chamado Vlatava e seu poder é provocar vertigem, assim como o Conde Vertigo original, mas com uma estética realista: um dispositivo instalado em sua nuca é responsável pela onda de tontura. Ele é peça-chave na saga de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino, uma das melhores que já li nos últimos tempos. Jeff LACRA, assim como Vertigo lacrou ao fazer Oliver enfrentar o medo de si próprio. Enquanto uns querem transar com si mesmos, nosso herói tem medo do seu lado playboy.  Tudo culpa da mente humana e sua complexidade, não é mesmo?

Não foi só para causar confusão na mente de Olie que Werninho esteve presente, mas para agitar as águas da vida romântica do moço. O que é uma bazuca para quem está acostumado com terremotos e homens mirakurados, meu bem? Sei que com esse bafão os fãs de Olicity quase morreram com a possibilidade de perder sua Diva. Falo por mim e por muitos!

Já que falei de Olicity, vocês lembram muito bem que na última season finale Oliver confessou, falsamente para enganar Slade (aham), que amava nossa amada loirinha geek. Quando a série começou, lá em 2012, ninguém esperava o sucesso que a personagem iria fazer, indo de convidada a protagonista em poucos episódios. Acontece que essa galerinha autointitulada ‘Olicity’ foi ganhando poder, voz, convertendo reviewers pelo mundo e os roteiristas começaram a atender suas vontades. Escrever uma série é, além de montar uma boa narrativa, saber lidar com a expectativa do público e controlar a ansiedade dessa turma. É o que o povo da sala de roteiristas vem fazendo com os Olicitys: administrando o doce aos poucos.

Oliver e Felicity tiveram cinco meses para se aproximar e digerir o que sentem um pelo outro. Eles tiveram tempo, não foi de repente, portanto, desde o convite  que contraria o clichê “machuco as muié tudo do meu lado” até o jantar, muitas águas rolaram. No fim, quando vi o tão esperado beijo, depois de um grito que me deixou rouco (sou desses que grita assistindo Arrow), fiquei frustrado. Isso porque o beijo só rolou para nos deixar satisfeitos e nos fazer parar de reclamar que o tal momento já deveria acontecido. O ponto positivo dessa história é que está no ar a oportunidade de Felicity seguir sua vida, afinal já cansou de comprar samambaia e ver Oliver no “talvez”. Pare de machucar essa menina, seu puto!

Falando sobre a Miss Smoak seguir sua vida, gostei de vê-la trabalhando na Tech Village e do primeiro contato com Ray Palmer. Os dois são bons em cena e, como bem disseram os roteiristas, tem muito a contribuir para a série.

Ray, esse lindo interpretado por Brandon Routh, roubou a cena e, embora seja uma ameaça para Olicitys mais radicais, promete novos ares não só para a vida do Team Arrow, mas para toda a cidade de Starling City. Seu projeto de revitalização da Queen Consolidated quer antes cuidar da cidade, chamando-a de Star City, uma referência ao nome original nos quadrinhos. Starling City foi escolhida para Arrow porque os roteiristas quiseram dar um tom mais real, mas nada impediu que a referência estivesse presente, não é mesmo? Gênios! Nos quadrinhos, Ray Palmer é o Átomo e membro da Liga da Justiça. Brandon disse em recente entrevista que ele poderá usar o uniforme do herói na série, mas Marc Guggenheim, produtor de Arrow, já disse que isso talvez não aconteça. O personagem pode encolher graças a um pedaço de estrela anã (oi?!), mas sua força e peso permanecem os mesmos. Inclusive, ele controla seu tamanho a partir de um cinto e qualquer ligação com o que vimos em Arrow não é mera coincidência. Falarei mais sobre o Átomo em futuras reviews, quando ele ganhar mais destaque. Outra curiosidade relevante é que o par romântico do personagem nos quadrinhos é Jean Loring, retratada na temporada anterior como a advogada de Moira. Já foi confirmado que eles não terão uma relação.

Em relação à Queen Consolidated, tenho certeza de que não voltará tão cedo para a mão dos Queen, apesar do discurso belíssimo de Oliver. Se o tema da temporada é identidade, nosso protagonista precisa primeiro vencer o medo de ter duas vidas para depois poder reassumir a empresa. Não duvido que até o fim da temporada vejamos o Arqueiro sair do armário com sua flecha dura esmeralda e acabar com essa crise de identidade. Afinal, Arqueiro e Oliver serão um só. Possibilidades existem, meus caros, pois o Sr. Queen já se mostrou ao mundo em Smallville, em outras histórias dos quadrinhos e inclusive nos Novos 52. Seguraaaaaaaaaa a calcinha para não cagar de emoção! E como bem diz Maseo: “Um homem não pode viver por dois nomes”. FICA A DICA!

Voltando brevemente à cena do restaurante italiano, preciso salientar alguns erros. Oliver poderia facilitar nossa vida chegando a pé e não todo trabalhado na macaquice/acrobacia, não é, minha gente? E outra… como ninguém do restaurante viu aquela mala gigantesca? E que desgraça de arco é aquele que se retrai? Credo! Credo! Credo!

Voltando a falar em coisas boas, nos flashbacks em Hong Kong, onde as coisas esquentaram, Oliver tentou fugir de Amanda que, pasmem, precisa dos serviços do playboy. Cê acha que eu vou encontrar uns torso assim em qualquer lugar, Isaque? Cê acha que eu deixaria essa carne de primeira morrer afogada, meu amô?! Sabe de nada! A dúvida: para qual propósito Srta. Waller precisa de um homem com a capacidade de Ollie? Quais os planos dessa marvada? Nada está claro, mas a entrada de Maseo e Tatsu na trama deixam as coisas bastante interessantes.

Até onde sabemos, Maseo Yamashiro é vítima/capanga de Amanda e está sendo obrigado a conter Oliver. Caso contrário, sua família linda maravilhosa será morta. Belo peso para nosso herói, não é mesmo? Pois bem… vimos a esposa de Maseo, Tatsu, e seu filho, Akio. Vamos ao background dos quadrinhos para refletir sobre essa trama: Tatsu Yamashiro, a esposa, é mundialmente conhecida como Katana, uma superheroína. Na história original, os irmãos Maseo e Takeo pedem o corpinho de Tatsu em casamento e a moça escolhe Maseo. Incorporado pela mágoa de cabocla, rejeitado e humilhado, Takeo entra para a Yakuza e volta, tempos depois, para se vingar de seu irmão. Eis que ele usa uma espada mágica, poderosa e devastadora chamada Soultaker. Ambos lutam pelo coração de Tatsu, essa perigosa da passarinha quente, mas Takeo vence, mata o irmão e aprisiona a alma dele na espada. Depois mata os filhos do casal, Yuki e Reiko, mas Tatsu consegue tomar-lhe a espada. Destruída e acabada, Tatsu descobre que a alma do marido está aprisionada na Soultaker, treina que nem uma louca para se vingar, se transforma em Katana, entra para os Renegados do Batman e, por fim, mata Takeo. A Lady de Espada já participou das histórias das Aves de Rapina nos Novos 52, é integrante da Liga da Justiça da América, formada por Amanda Waller, e está associada ao Magus e aos Outsiders na saga ‘The Outsiders War’, escrita por Jeff Lemire. Ou seja, mais uma referência ao universo criado por Lemire e um leque de possibilidades.

A história de Maseo nos traz ao presente, com Oliver batendo o pé para que Diggle diminua o tempo em campo, afinal agora tem família para cuidar. Se levarmos em consideração os quadrinhos, a família Yamashiro morre, explicando a atitude de Ollie e o papo de que ele fez mal para muita gente. Sei que quero Katana em Starling City ainda nessa temporada, migues. Quero vê-la LACRANDO as estrelinhas dos vilões!

Voltando ao Diggle, gostei das cenas do personagem e dos rumos que sua história pode tomar. Será que ele e Lyla vão continuar juntos? Será que a poesia da filhinha vai impedir que o moço vá para o campo? Ansioso pelos próximos capítulos dessa trama.

Falando agora de outro membro do Team Arrow, Roy Harper Flecha Vermelha Eficiente fez uma boa participação no caso da semana, ajudou a congelar uma bomba e mesmo na sua eficiência máxima senti que deixou a desejar. Sim, ele foi importante para solucionar o caso da semana, mas está perdido. Espero que em breve as coisas esquentem. Quem sabe isso acontece com a volta da Thea ou com o retorno do caso do policial que o jovem matou na temporada anterior? #roendoasunhas

Parem os relógios e parem de respirar. É hora de Thea Ex-Queen Merlyn Dexxxtruidora.

Nada neste mundo é mais importante do que saber o paradeiro da melhor personagem dessa trama. Até agora, tivemos poucas informações sobre o paradeiro da Aprendiz e da Feiticeira Merlyn, mas um SMS mostrou que eles estão na Costa de Amalfi, Itália, divando. Sei que Ollie está chateadíssimo e Roy ainda está morrendo de medo de contar que foi ele o responsável pela fugidinha da moça, mas uma hora isso irá acontecer. Será que ele tá com medo de tomar uma flechada verde, né? #euquero. Anseio pelo retorno da Cházinha mais eletrizante desse universo. #voltaTHEA

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Momento de respiro. Voltando ao mundo natural.

Laurel Lance. Hora de falar dessa guerreira que na temporada anterior passou por poucas e boas, usou drogas, bebeu um monte, emagreceu e personificou um esqueleto.  Nesta season (em english é mais beautiful) ela voltou radiante, extremamente competente e cuidando do pai como nunca. Papai Lance, agora Capitão que ainda atóran fazer ponto na rua, tá quase à beira da morte mas conta com o apoio de sua filha queridan. Quem diria que aquela caveira ambulante iria se tornar uma personagem tão interessante, hem? Chorem inimigaxxx! Estou com a cara na poeira por tê-la criticado tanto na temporada anterior. Toda essa magya para mostrar que a mocinha estará em busca da sua identidade e de vingança, afinal, o cliffhanger dessa première foi o estopim da jornada para assumir o manto de Canário Negro.

O retorno misterioso de Sara e sua morte, que tudo indica ser  provocada por alguém que ela conhece, vão dar o tom de metade da temporada (de acordo com Marc Guggenheim), das próximas tramas e da evolução de Laurel. A contribuição de Sara para esse episódio foi evidente, visto que disse a Oliver que “eles não são suas máscaras e precisam de pessoas em suas vidas que não usem uma”. A morte dela remete ao que Vertigo diz ao Arqueiro, no momento de luta, que sempre existirá alguém para assumir o manto. Repararam que quando Sara é assassinada há uma ênfase na máscara caindo?

As últimas cenas da personagem foram intensas, bonitas e não posso deixar de dizer que funcionaram como uma despedida. Foi lindo ver as duas irmãs juntas, trabalhando no mesmo lado da história e conhecendo uma a identidade da outra, sem conflitos, sem mágoas, sem dores.

A morte de Sara chocou bastante mas, analisando friamente, os roteiristas já planejavam essa reviravolta desde a temporada anterior, afinal como passar o manto para Laurel e como gerar a energia suficiente para ela treinar? Matariam Quentin ou Sara. Não o fizeram no season finale porque seria clichê e estava todo mundo esperando. Matá-la agora, nas palavras de Marc Guggenheim, é começar a temporada da forma que costumam terminá-la. Preparem-se para acompanhar nas próximas semanas o clássico “quem matou”, afinal todos querem conhecer a identidade do assassino e não acho que tenha sido Ra’s Al Ghul. #ansioso

Por fim, é isso camaradas. ‘The Calm’ foi uma boa première, cumpriu a função de introduzir seus personagens em um novo contexto e, apesar de não ter apresentado um episódio tão intenso e interessante, soube nos puxar para os próximos. Achei a trama um tanto paradona e a trilha sonora pecou em diversos momentos, mas cumpriu sua função. Não é um dos melhores  episódios da série mas, assim como muitos outros mornos que já tivemos, preparou o território para os desafios que estão por vir. Segura a peruca, a calcinha e tudo que puder cair que a viagem é longa! E, claro, estou de volta nessa montanha-russa deliciosa para acompanhar a temporada com vocês. Um bayjo!

REFERÊNCIAS

P.S. Já rolaram quatro edições de ‘Arrow Season 2.5’, histórias em quadrinhos digitais que contam o que aconteceu durante os cinco meses que se passaram entre o fim da segunda temporada e o início da terceira. Resumindo, Brother Blood está de volta, vemos o treinamento de Roy e uma história exclusiva do Esquadrão Suicida. Farei posteriormente uma resenha dos quadrinhos, mas recomendo que vocês leiam!

P.S.2. Tivemos novamente referência ao 52, um número importante para a DC. É que existem 52 universos diferentes, conceito criado na série ‘52’. No reboot atual, tivemos 52 novas revistas. Para ver como é o Multiverso da DC Comics é só clicar aqui

P.S.3. Greg Osborne, um dos membros da gangue de Zytle, é, nos quadrinhos, um agente corrupto da CIA e inimigo do Arqueiro Verde. Osborne aparece na série ‘Os Caçadores’ e tenta chantagear o Arqueiro para matar Shado, faz lavagem cerebral em Roy para assassinar Oliver, mas o moço Harper o mata com a ajuda do Arqueiro e de Shado.

P.S.4.  O médico de Lyla é o Dr. Lockhart, oficial da série.

P.S.5. ‘Oh, Frak’, falado por Felicity na reunião de conselho da Queen Consolidated, é referência a Battlestar Galactica.

P.S.6. Viram que na luta de box tinha um pessoal com camiseta do Team Wildcat? Nos quadrinhos Wildcat é o Pantera, Ted Grant, um boxeador que se transforma em super-herói. É ele quem vai treinar Laurel.

P.S.7. Ferris Air, empresa de aviação que aparece no Lanterna Verde e na série do Flash, apareceu entre os patrocinadores do torneio de boxe.

P.S.8. Shintaro Shimosawa, um dos criminosos mortos por Vertigo, é o nome de um escritor/produtor que já escreveu um episódio de Smallville.

P.S.9. Ostrander Hotel, um dos patrocinadores do torneio de boxe, é referência a John Ostrander, escritor famoso da DC e um dos responsáveis pela formação moderna do Esquadrão Suicida.

P.S.10. Rockets Arena é o estádio do The Starling City Rockets, o time de baseball da cidade.

P.S.11. The Original Reuther Rum, um dos patrocinadores do torneio de boxe, é o rum australiano que Slade Wilson bebia na temporada passada. Inclusive, no episódio 15, The Promise, ele dá uma garrafa da bebida de presente para Moira. Fotinhas aqui, aqui e aqui.

P.S.12. Não encontrei referências para as outras marcas que estavam no torneio: Grosskopf, Stoats Blue ALGUMA COISA, Light String Bourbon e Jimjiddich. Se alguém souber de algo, por favor me diga! 🙂

P.S.13. O novo logo da abertura pode ser referência a influências japonesas e chinesas que estarão na série nesta temporada ou a Ras Al Ghul ou aos Outsiders. #mistério

P.S.14. “Você não tem as qualificações para presidir a Queen Consolidated, mas você tem paixão” SMOAK; Felicity.

P.S.15. Legal ver a ligação do Barry, conexão com o piloto de Flash.

P.S.16. Não é o fim para Sara na série. Veremos a personagem por pelo menos mais 2 dois episódios.

P.S.17. Repararam que no QG do Vertigo haviam tigres, tigres brancos e panteras nas paredes? Da mesma forma, na cena em que Tatsu aparece há um quadro com um tigre branco atrás dela. Mera coincidência?

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| Arrow, Review

  • Kelly Bomfim

    Voltou com tudo ne haha
    adoro, saudades da review já rs
    Temporada voltou com um episodio morno, mas como
    disse estão preparando o terreno!!
    Olicity * — * nem sei o que falar sobre.. amo muito.. rs
    Falando da Miss Smoak ela ganhou um belo espaço, está fazendo muitíssimo bem, e adorei ela com o Palmer.. acho que vai ter muitas cenas engraçadas deles!!
    Também sou #VoltaThea ansiosa para os próximos episódios 😀

    Referencias ótimas 😀
    adoro

    ;*

    • Voltei com tudo! 🙂

      Essa temporada promete muitas histórias boas. Thea DIVA!

      Logo logo libero as outras reviews. 🙂 Obrigado por ler, lindona!

      beijão.

  • Matheus Mortari

    E olha só quem voltou pra me alegrar com todo seu carisma e seus conhecimentos sobre Arrow? Bom te ver aqui Isaque, amando seu novo trabalho e já favoritado para ler reviews de Arrow.
    Chorei muito com a Sara morrendo (assumo). mas entendo a solução para desenvolver Laurel…
    Que venha mais uma season de muita flechada, porrada, bomba, torsos, gritos, espadas, chá, magya e tudo mais!!!!

    • Estou de volta, Matheus! 🙂

      Ai, eu queria que Sara morresse na temporada passada, mas ver isso acontecer deu um aperto gigantesco no peito. 😛

      Season MAGYA! 😀