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REVIEW – Arrow – 3×17: Suicidal Tendencies
por Isaque Criscuolo Posted in Arrow, Review on 29 março, 2015 8 Comments
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Um episódio de resPEITO!


Captura de Tela 2015-03-29 às 23.02.00Tô no chão. Tô no chão e ninguém sai! É com choque, êxtase e tudo de bom misturado (incluindo uma voz rouca) que começo a review deste episódio, este que resume com clareza um dos motivos pelo qual gosto tanto de Arrow: seus twists deathdrop magya. Muitos sentimentos à flor da pele, meus caros, mas explico abaixo os motivos. Venham comigo…

Contextualizando, no episódio passado, ‘The Offer’, nosso herói Oliver Queen recusou a oferta de Ra’s Al Ghul para ser o líder da Liga dos Assassinos e já sabíamos que haveriam consequências caso houvesse negação. E são estas consequências que estamos vendo bater em nossas portas estreladas.

‘Suicidal Tendencies’ começou na calmaria mostrando o casamento de Diggle e Lyla, além de um Ollie atrasado. O clima no ar foi de amor e promessas de união, contexto coerente tirando o fato de Ray Palmer ser uma espécie de padre e de colocarem Queen com Photoshop no álbum do casamento. Em relação a Palmer, gente, de onde tiraram isso? Certeza que foi para economizar o orçamento estourado na cena Arrow versus Atom, mas isso vou comentar mais abaixo.

Toda esta calmaria para preparar o terreno do furacão de acontecimentos que estava por vir em todos os plots do episódio. O principal, é claro, foi ver Ra’s rasgando o véu da noiva e mostrando o rabo do Arqueiro para toda a cidade. Se ao fim do episódio anterior vimos um Rasinho vestido de Arrow, e matando gangues no Glades, para enCÚrralar Oliver (AMO), neste tivemos Maseo e uma galera vestida de vigilante para forçar nosso heroi a assumir a liderança da Liga. Livre arbítrio para que, né Brasil?! Oferta que nada…. Imposição. DitaDURA (UI)!

Número de Arqueiros fake de lado, o que Ra’s quer mostrar para Oliver é que a cidade se voltará contra suas personas e ele ficará sozinho, assassino, destruidor de lares. Já conhecemos este destino cruel, pois a trama clichê é explorada em diversas histórias de heróis. O bacana é ver como este clichê será explorado em Arrow com nuances próprias e um vilão que se condensa numa caixinha de surpresas. Se na newsletter da semana passada eu disse que ainda não havíamos provado a urgência de Al Ghul na trama, travo a língua. Estou chocado com o poder desse maravilha das montanhas.

A mudança nas ações de Ra’s marca o começo da trama em que o Capitão Lance e a cidade ficam contra o Arqueiro, sem dó. Aquele canalizando toda a energia pela morte de Sara e esta com a angústia de dois atentados terroristas recentes.

Por falar em terroristas, enquanto o babado da acusação dos assassinatos acontecia em Starling City, tivemos o retorno do Esquadrão Suicida com Diggle e Lyla, os coitados que nem puderam aproveitar a lua de mel sem tiros e missões, afinal essa vida de agente secreto não é simples. O ponto alto da trama, sem sombra de dúvidas, foi Deadshot, com direito a flashbacks e humanização de um dos assassinos mais amados da série. Adorei a abordagem do personagem sem o dispositivo no olho, mais humano, e retratado como um soldado danificado que apresentava risco para a família ao, talvez, ter desenvolvido transtorno de bipolaridade  (fica nas entrelinhas) ou algo do tipo. É possível que Lawton seja psicopata, levando em consideração que possui um ritual para matar suas vítimas: utiliza veneno na bala e tatua o nome delas na pele. Tudo isso para tornar real a história do H.I.V.E. (C.O.L.M.E.I.A. em português) que já citei em reviews anteriores no Série Maníacos e que comentei na newsletter passada.

Só para relembrar:

“Nos quadrinhos, a H.I.V.E (Hierarquia de Vingança e Eliminações Internacionais) é uma organização secreta especializada em terrorismo e assassinatos de superpoderosos. É assim que ela ganha prestígio no submundo do crime.”

2×06 – Keep Your Enemies Closer.

“A líder dessa organização é Queen Bee, vilã que já falei na review de ‘The Huntress Returns’. Eis o trecho:

Enquanto isso, John Diggle, a voz da razão, participou sutilmente do episódio e deixou no ar a sua busca por vingança contra DeadShot/Floyd Lawton. A notícia que lia no computador do QG, a respeito do assassinato do presidente de Bialya, pode ser uma pista do que está por vir em sua história. Nos quadrinhos, Bialya é um país fictício localizado próximo a Arábia Saudita e Irã, governado por um ditador terrorista. O território é citado nas histórias da Liga da Justiça e, eventualmente, em histórias do Superman. Ironicamente, ou não, o país já foi governado por uma vilã chamada Queen Bee, que possui superforça e a habilidade de liberar um pólen capaz de confundir seus adversários. Será que veremos Queen Bee pulverizando glitter durante sua performance na noite gay do Verdant? Ou teremos mais uma femme fatale envolvida nas tramas de Starling City? É esperar para ver.”

Newsletter:

“Outro elemento deste season finale pode envolver um spoiler divulgado pelo TVLine: segundo eles, o vilão da quarta temporada será introduzido e está sendo chamado nos bastidores de “Damian Dark”. É bem provável que o personagem seja Damien Darhk, relacionado ao grupo H.I.V.E. que também tem ligação com a A.R.G.U.S. e Amanda Waller. Só para esquentar um pouquinho as coisas, Deadshot revelou lá na segunda temporada que o irmão de Diggle, Andrew, havia sido morto a pedido da H.I.V.E. Será que teremos mais um grupo na história, minha gente? Além disso, o Brother Blood no seriado dos Jovens Titãs é o líder da H.I.V.E. BABADO. Nos quadrinhos Blood tem relação com os Jovens Titãs, dos quais Slade Wilson também já foi um grande vilão. Damien será um criminoso com planos grandiosos ou o que? Já estou ansioso.”

No momento em que a abelhinha quase idêntica a Amanda Waller apareceu na prisão, liberando Floyd, falando da H.I.V.E. e contratando a morte de Andy Diggle eu quase tive um filho. Se antes a C.O.L.M.E.I.A. era apenas uma citação, algo nas entrelinhas, essa confirmação na trama torna os rumores de que o vilão da próxima estará relacionado ao grupo ainda mais fortes. E não é lindo termos mais um grupo de pessoas perigosas, como já não bastasse o monte de grupos que já temos (inclua aqui a galera do novo spinoff de Arrow)?

O que precisamos saber agora é por qual motivo Andrew Diggle era um alvo. Será que ele sabia de algo que não deveria? Será que tinha um passado sombrio antes de se tornar segurança de gente rica? Deve ter coisa boa ai, gente, e estou ansioso para ver John descobrindo as motivações da Queen Bee. É uma trama maravilhosa, assim como foi o retorno de Cupid, a personagem que apareceu pouquinho nesta temporada mas conseguiu nos conquistar com seu carisma, singularidade, coragem, talento e transtorno amoroso. A dinâmica com o grupo foi excelente, assim como os diálogos, a atuação e inclusive a paixonite por Floyd. É legal perceber que a  humanização de Deadshot foi importante para justificar o sacrifício por Diggle e Lyla, recém-casados e com uma família constituída. Reparem que a questão familiar sempre pesa em Arrow, galere. Por fim, será que Deadshot está dead? Absolutamente não acredito nisso, apesar de saber que se ele estivesse vivo Amanda já saberia. Considero possível que o personagem volte, afinal já aprendemos que morte sem corpo ou enterro pode significar retorno. Deadshot ainda tem um papel importante paa cumprir na trama da H.I.V.E. Ansioso!

Na trama do Esquadrão Suicida em Kasnia, vimos o tal do senador Joseph Cray simulando o próprio sequestro para se tornar um mártir e concorrer à presidência dos EUA. Seja isso uma crítica ao próprio país ou não, as referências aos quadrinhos se sobressaem. Kasnia é um país fictício do universo DC, assim como todos os outros que já vimos o Esquadrão em missão, localizado na Península Balcânica, ali próximo da Grécia. Em algumas histórias o nome do país é escrito com Z (Kaznia) e as séries animadas do Superman, Liga da Justiça e Batman já ganharam histórias ambientadas no território da nação. Cray, nos quadrinhos, é um senador e vilão do Esquadrão Suicida (como se não pudesse soar mais bizarro) que posteriormente é assassinado por Deadshot. O mais curioso nesta referência é que o personagem tem um filho chamado Adam Cray, mocinho que se torna uma versão alternativa do Atom (Ray Palmer) usando um uniforme diferente. Nesta trama ele assume o lugar de Ray a pedido do próprio herói enquanto ele está infiltrado no Micro Squad, um grupo de vilões. Adam também já foi membro do Esquadrão Suicida, salvou Amanda Waller e foi assassinado por um dos integrantes do grupo, inclusive enfrentando Deadshot por causa da morte do pai. É ou não é interessantchy? Em Arrow, infelizmente, Joseph Cray continua vivo e pode voltar, quem sabe, no spin-off em que Ray Palmer está incluso.

Para finalizar os comentários sobre o Squad, destaco a dinâmica do time numa formação para lá de eletrizante, interessante e complementar. Na primeira vez que o time esteve junto, temporada passada, tivemos um pequeno vislumbre do potencial do grupo, mas nesta aventura deu para sentir como pode ser uma série envolvendo todos eles, com episódios semanais. É uma dinâmica interessante e bem diferente de Arrow, de fato, e seria bom termos mais disso tudo na telinha. A dúvida que fica é se com a saída de Lyla ainda teremos Esquadrão Suicida na trama ou se a franquia que está sendo desenvolvida para o cinema fez com que os roteiristas de Arrow tivessem que dar um fechamento para o time na série. Já comecei as orações para que isso não seja verdade e vejamos mais desses Suicidas, principalmente porque não acredito que Deadshot morreu, como já disse.

E Olicity, minha gente? Hora dessa crocância. Nesta temporada passamos de fãs que queriam algo entre os dois para fãs que conseguiram algo entre os dois. Depois disso tudo tivemos o clichê do herói que não pode ter uma namorada porque é perigoso. Não dá para negar que as cenas do casal até aqui foram bastante intensas, fofas e fizeram nossos corações em pedaços. Os dois possuem química, o fandom adora, mas, como já disse em outros textos, é bem provável que a coisa fique neste chove mas não molha por muito tempo. Conscientes desta situação, os roteiristas têm mostrado um Oliver mais calmo e aceitando que, sim, Felicity está seguindo sua vida e possui o direito de ser feliz. Não sei se fico feliz por ver o herói aceitando para doer menos ou se fico revoltado pela situação do “olho furado”. Sempre penso que quem disse que não queria foi Ollie, então o terreno estava sem moradores. Ai Queen, sai dessa inércia, querido, e toma essa Felicidade toda! Quero barraco!

É na omissão de Oliver Queen que nasce Raylicity, o casal mais fofo e humorado de toda a cidade. Os Olicitys que me perdoem, mas Miss Smoak está com o homem certo. Imagine que além de rico ele é inteligente, bem humorado, sabe construir brinquedos eletrônicos e ainda está todo engajado para salvar a cidade (nada muito diferente de Oliver), além de já ter sido o Superman! Tudo bem que ele é uma cópia descarada do nosso herói verdinho, mas ele é meu preferido no momento por estar disposto a colocar a cara no sol, lutar pela loirinha e ter um relacionamento. Coisa que Ollie não está disposto. Viu, querida? Cê fica ai olhando o céu enquanto outro chega e mete o raio de luz.

Para fechar a discussão, independente se você é Olicity ou Raylicity, o importante é que esse triângulo (Rayliver?) é divertido de acompanhar na tv e nos faz gastar horas discutindo com os amigos. Não é esse o propósito do entretenimento e da boa televisão? Pois bem, sei que essa richa amorosa nos entregou uma das melhores cenas da temporada: The Arrow versus The Atom.

A felicidade com essa parte da trama se dá por diversos motivos. Primeiro por Ray ter descoberto sozinho que Oliver é o Arqueiro. Segundo por tentar denunciar o mocinho e levar uma surra de Laurel na delegacia. Terceiro por vermos os dois personagens interagindo em tom de vilão e mocinho, algo comum em histórias da Liga da Justiça (vide Batman versus Superman). Não vejo a hora de desenvolverem melhor o conceito do uniforme/armadura de Ray para termos o tal do raio encolhedor. Em tempos em que o Poço de Lázaro realmente existe em Arrow (além das viagens no tempo em Flash) e Oliver faz cara de blasé, não falta muito pro tal raio encolhedor (será que existe ‘raio engrossador’?).

Outro elemento bem aplicado foi Ray descobrindo a identidade de todo os vigilantes, chamando a galera pelos nomes dos quadrinhos e ainda se chamando de Atom. É puro, puríssimo amor. O que nos leva à fatídica luta…

Esta cena deve ter custado todo o orçamento do restante da temporada, mas conseguiu ser simples, curta, objetiva e bem feita. Não fiquei com a sensação de que estava cheia de truques (comum quando se tem poucos recursos para efeitos visuais) ou tosca. A qualidade do design da armadura do Atom também surpreendeu, assim como a verossimilhança que possui em tela. Não há como não lembrar, e muito, do Homem de Ferro, mas aqui temos um toque próprio, algo único. Voltando pra luta, o que foi Ray dando choque em Roy, minha gente? Naquele momento quase parei de respirar porque, olha, o menino poderia estar morto, acabado. E Oliver, queridan, o que faz? Vai simplesmente embora depois de resolver seus problemas. Tô indo, se vira ai Roy! Valeu, falôu! A cena foi importante para o desenrolar da temporada e um marco para a produção de Arrow que entregou um resultado excelente. É por essa e outras que defendo abertamente a filosofia do menos é mais.

Filosofia esta que não está nos planos de Ra’s Al Ghul e Maseo, cujo time de Arqueiros só cresce. Falando em Maseo lembro de Katana e como ainda não sabemos o que aconteceu no passado para eles se separarem. É quase certeza que o filho deles morre. O que sabemos é que Katana está viva e se isolando do mundo, provavelmente tomada de culpa. Quais são as chances dela voltar em algum momento para integrar o exército de Ollie contra Rasinho e matar Maseo?! Quero vê-la em ação, babado e confusão, afinal a personagem entrou na temporada por algum motivo específico. Além dela, temos outra variável para engrossar o caldo: Nyssa Velcro Instável.

Em tempos de instabilidade e figuras femininas poderosas, temos também a aparição de Shado nos flashbacks de Hong Kong em ’The Offer’. Será que essa vadya está viva? Caso esteja, por qual motivo não apareceu para salvar Starling City da fúria de Slade? Ou evitar que Moira fosse morta? Acho provável existir uma irmã gêmea, ou algo do tipo, pois se ela estiver viva vou ficar bem #xatiado. Não consigo pensar em nada crível para reinserí-la na trama. Poço de Lázaro, talvez? A única coisa que consigo pensar é em termos Shado e Katana juntas. Lacração!!!

Entretanto, tenho pensado bastante sobre Oliver aceitar a oferta e entrar para a Liga. Existe uma remota possibilidade de mudanças e de que ele possa transformar o grupo numa espécia de The Outsiders, como nos quadrinhos, usando seu potencial para o bem. As possibilidades são grandes e gostaria de ver o grupo na tela. Se existe algo que Arrow consegue fazer bem é pegar personagens dos quadrinhos, transformá-los, e encaixá-los com perfeição na mitologia da série. É por isso que quero Canário Negro, Nyssa, Katana, Caçadora, Shado, Thea e Felicity num female team com direito a spin-off. Não devo deixar de dizer que os Outsiders atuais, nos quadrinhos, têm uma formação com Katana e Shado. É calcinha no chão!

Por fim, não posso deixar de comentar a relação on fire dos Lance. Nunca antes na história desta série senti tanto orgulho de Laurel. Agora a mocinha chorona magricela tem um propósito claro na trama, confrontando o pai, e usando seus poderes com e sem uniforme para fazer o bem. Já Quentin Amargurado está encabeçando a luta da lei contra o Arrow, finalmente fazendo algo além de sofrer. Algo que aprovo, cláron! O que quero saber é onde pai e filha vão chegar depois da relação destruída em que estão. Vejo no horizonte algumas farpas e faíscas, algo que estou ansioso para conferir. Estava torcendo pela morte de Quentin, mas agora que vejo mais propósito em suas ações ficarei triste se ele tiver de partir.

E o que conquistamos até aqui, camaradas? Quando estamos numa missão do tamanho da de Oliver é natural que, ao longo do caminho, o foco seja perdido ou que seja necessário repensar os motivos porque fazemos o que fazemos. A “morte” do Sr. Queen fez com que o Team Arrow colocasse as cartas na mesa para repensar suas motivações. Certamente que Oliver também tem este mesmo direito de repensar tudo sem ser julgado, como vimos em ‘The Offer’. A terceira temporada de Arrow vem sendo preparada para refletirmos sobre tudo o que o time já fez até agora e o que fará para se reinventar e continuar a jornada. É um trabalho árduo, principalmente com poucos recursos (de onde tá vindo o dinheiro de Olive, galere?).

‘Suicidal Tendencies’ veio para provar que Arrow é muito capaz de contar ótimas histórias e nos manter ansiosos para continuar na aventura, afinal ainda temos muito terreno a ser explorado. Foi um episódio equilibrado entre três núcleos (passado, Esquadrão e presente) com edição ágil e twists de tirar o fôlego. Estamos na reta final da temporada e as coisas, meus caros, só tendem a esquentar. Não esqueçam que a quarta temporada já está garantida!

P.S. “O amor é um tiro no cérebro”. LAWTON; Floyd.

P.S.2. Será que Felicity está morta?

P.S.3. Isso, Ra’s, rasga o cú das inimigaxxx mexxxmo!

P.S.4. O Poço de Lázaro está confirmado na série, como vimos em ’The Offer’. Para quem não sabe, o Poço é uma espécie de Fonte da Juventude do Universo DC. É usado por Ra’s Al Ghul para voltar dos mortos e prolongar sua vida, o tornando quase imortal. Na cena em que Al Ghul explica a Oliver a origem das águas da fonte, ele cita Heródoto, Ponce de León e Al-Khidr. Heródoto foi um geógrafo e historiador grego, mas não encontrei nenhum registro de que ele tenha escrito sobre a Fonte da Juventude, como cita Ra’s. Ponce de León foi um explorador espanhol que chegou à América com Cristovão Colombo e que muitos dizem ter encontrado a Fonte da Juventude numa ilha cubana chamada Bimini. Dá para para ler um pouco mais sobre isso aqui. Al-Khidr é um personagem do Alcorão conhecido por seus poderes místicos e que está presente em diversas outras religiões. Seu nome significa ‘The Green One’ ou ‘The Verdant One’, cuja tradução livre é ‘O Verde’. Ele é famoso por ser imortal, ter acesso às ‘águas da vida’ e ser um guia de sabedoria. Quem quiser pode ler mais sobre ele aqui (em inglês).

P.S.5. Diggle fala de um amigo de Lyla chamado Rick. Este amigo pode ser RIck Flag, um membro do Esquadrão Suicida.

P.S.6. Meltzer Power Plant, onde Oliver luta com Ray Palmer, é uma referência ao escritor de quadrinhos Brad Meltzer. Meltzer escreveu uma das histórias mais famosas do Arqueiro Verde, uma minissérie em seis edições chamada ‘A Busca’.

P.S.7 Os nomes no peito do Deadshot são: Todd Pittson, produtor de Arrow; Ken Shane, personagem em Arrow, um dos inimigos de Robert Queen; Gordon Verheul, responsável pela cinematografia de Arrow; Andrew Diggle, irmão de John Diggle na trama e homenagem ao escritor de quadrinhos de mesmo nome; Andy Haskell é um personagem morto no episódio ‘Lone Gunmen’ e nos quadrinhos é um inimigo do Deadshot; Jim Pate, não encontrei referências mas pode ser alguém da produção de Arrow; Ryan Doucette é um membro da produção de Arrow e um dos personagens que morre no terremoto do Glades; Jill Riguton é uma das produtoras de Arrow e aparece na tatuagem deste episódio, mas na outra vez em que vimos a tatuagem, lá na primeira temporada, o nome que aparecia no lugar deste era James Holder, funcionário da Unidac Industries que morre em ‘Lone Gunmen’; Rob Murdoch trabalha na produção de Arrow; Joseph Crat, não encontrei referências mas deve ser da produção da série; Danny Anseu, não encontrei referências; Marc Piler aparece no caderninho de inimigos de Oliver e nos quadrinhos é um imitador de Deadshot.

P.S.8. ‘Public Enemy’ vai ao ar no dia 1 de Abril. Confira aqui trailer e fotos.


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Arrow Isaque Criscuolo


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